O que você faz de diferente quando não está na frente do computador?
Ok, ok, esse não é o meme da semana. Aliás, qual é ele?
Bom, eu toco piano. Tocava, já que não tenho piano aqui em Brasília. Mas comprarei um teclado bacana, assim que der. Enquanto isso comprei um violão, pra matar saudade da música.
O vídeo abaixo foi gravado anos atrás, numa câmera de 8MB. Não está faltando um pedaço, foi tudo o que foi possível gravar.
Engessamento Conceitual
Toda pessoa tem suas preferências em relação a uma série de assuntos, tecnologias e opções. Nós, que trabalhamos com tecnologia, não somos exceção a isso. Muitas vezes discutimos apaixonadamente sobre nossas tecnologias preferidas. E muitas vezes, não deixamos de incorrer em alguns erros no processo.
Recentemente, no PlanetPython foi veiculado um texto de wjbyral, mostrando algumas razões porque ele não gostava de javascript. Entre as razões citadas estão o fato de javascript não ter namespace e o sistema de objetos de javascript. Javascript não é uma linguagem orientada a objetos clássica, como Java, Python, ou qualquer outra que você possa lembrar. Ela segue o conceito de protótipos. Existe um tipo de 'desejo coletivo' de que javascript se torne uma linguagem orientada a objetos mais convencional, com construtores e herança de forma mais tradicional. Aliás, isso já está sendo feito, com o ecmascript4.
Há um tempo atrás, eu dei uma olhada em como está ficando a especificação. Meu primeiro pensamento foi: 'estragaram a linguagem!'. O padrão adiciona toda o arcabouço comum da orientação a objetos tradicional: construtores, herança, etc. A linguagem passa a ser multi-paradigma: além dos protótipos, teremos agora a herança comum. Fora o fato de, em muitos sentidos, javascript ter um certo sabor de linguagem funcional. Uma maravilha não? Porém, o fato é que eu gosto da linguagem como é agora.
Trabalho com linguagens orientadas a objetos, mas isso não quer dizer que eu despreze outros paradigmas. Todos eles tem a sua beleza e a sua vez. Pra que esse sentimento uniformizador das coisas? Qualquer cristalização em torno de algum conceito fatalmente me aborrecerá. A orientação a objetos é boa? Com certeza é. Mas é necessariamente melhor que o paradigma funcional, por exemplo? Talvez seja para os casos x e y, mas não para o z.
Isso me lembra outro conceito, que trazemos do mundo da informática para outros lugares de forma equivocada. Esperamos que o último computador seja sempre melhor que o anterior. Mais memória, mais velocidade de processamento, um HD maior e, claro, sempre a um preço menor do que aquele que você comprou seis meses atrás. Mas nem todos os lugares isso é assim: um piano Fender Rhodes e uma Fender Stratocaster terão sempre o seu valor e não serão necessariamente piores que seus equivalente mais modernos.
Nem sempre a próxima linguagem ou a próxima moda será inerentemente melhor que as anteriores. Para cada caso e situação certamente haverá uma ferramenta melhor. E para o bem de todos, é bom que diferenças de pensamento sempre existam.
Google App Engine: skip_files patch

O limite de 1.000 arquivos no Google App Engine é bem fácil de ser batido com o Pylons. Penso que o TurboGears 2 nem seja factível, devido à quantidade de arquivos, mas posso estar enganado.
Na configuração do seu aplicativo, o app.yaml, existe uma diretiva, skip_files que ensina ao App Engine quais arquivos não devem ser enviados para o Google. Porém, configurar os arquivos que devem ser ignorados pode resultar no erro: (yaml.representer.RepresenterError: cannot represent an object).
Enquanto esse problema não é oficialmente corrigido, você pode usar o patch descrito em http://aralbalkan.com/1314.
